7 de abr. de 2026

Todo mundo já entendeu que a reforma tributária chegou.
Mas a dúvida que continua travando as empresas é outra:
“o que eu preciso fazer agora, na prática?”
Porque entre a teoria da reforma e a operação do dia a dia…
existe um caminho — e ele começa antes do que muita gente imagina.
Antes de tudo: por que você precisa agir agora?
Mesmo sem cobrança de imposto neste momento, o governo já iniciou a fase de adaptação.
E essa fase tem um objetivo muito claro:
construir a base de dados que vai definir as regras finais da tributação.
Ou seja:
As informações que você envia hoje
A forma como seus produtos estão classificados
E como sua operação está estruturada
tudo isso será usado como referência para o modelo definitivo.
Agora vem o ponto crítico:
Quem não participa dessa fase, fica desalinhado com o modelo que está sendo construído.
E isso pode gerar:
Inconsistências fiscais futuras
Retrabalho em massa na virada
Risco de não conformidade nas obrigações acessórias
E dificuldade operacional quando o modelo passar a valer de fato
Não é sobre penalidade agora.
É sobre impacto depois.
Passo 1 — Classificar os produtos (e por que isso é urgente)
Esse é o primeiro passo — e também o mais crítico.
Porque toda a lógica da reforma depende disso.
Sem classificação correta, todo o restante fica comprometido.
Mas aqui está o problema que pouca gente fala:
O NCM, sozinho, não resolve mais.
Produtos com o mesmo NCM podem ter tributações diferentes.
Exemplos simples:
Suco com açúcar vs. sem açúcar
Diferentes tipos de pão
Venda para consumidor vs. produtor rural
Ou seja: a regra está no detalhe.
O risco de não fazer isso agora
Se a classificação não for feita desde já, a empresa pode enfrentar:
Volume alto de ajustes de última hora
Erros na geração de tributos quando virar obrigatório
Dependência de correções emergenciais
E perda de controle sobre a operação fiscal
Além disso:
essa etapa é a mais trabalhosa.
Deixar para depois significa concentrar todo o esforço próximo da obrigatoriedade.
Passo 2 — Preparar o sistema para o novo modelo
Depois da classificação, vem a execução.
Seu sistema precisa estar preparado para:
Gerar CBS e IBS nas operações
Informar corretamente esses dados
Suportar o novo modelo tributário
Porque não adianta entender a regra se o sistema não aplica.
Passo 3 — Começar a informar (mesmo sem recolher)
Essa é a etapa atual da reforma.
Hoje, as empresas já devem estar estruturadas para enviar essas informações.
E isso não é só um teste técnico.
Serve para:
Validar o funcionamento da operação
Ajustar inconsistências
E alimentar o modelo que será oficial
Onde as empresas mais travam?
Na prática, o cenário que vemos é:
Empresas que ainda não começaram
Times sem clareza de por onde iniciar
Processos sendo adiados
E decisões ficando para depois
Não por falta de preocupação…
mas por falta de direcionamento claro.
Como simplificar esse processo
A boa notícia é que esse caminho pode ser acelerado com tecnologia.
Na Hipcom ERP:
Classificamos automaticamente pelo menos 70% dos produtos
E apoiamos na análise dos demais casos
Reduzindo esforço manual e risco de erro
O time foca no que importa: decisão, não operação.
Reforma tributária não é só fiscal — é operacional
Empresas que tratam isso apenas como obrigação fiscal
tendem a sofrer mais na adaptação.
Porque, na prática, a reforma exige:
Organização de dados
Padronização de cadastro
E controle sobre a operação
Checklist rápido
Já iniciou a classificação dos produtos?
Entende as variações dentro do mesmo NCM?
Seu sistema está preparado para CBS e IBS?
Já começou a estruturar essa adaptação?
Se alguma resposta for “não”…
esse é exatamente o ponto de partida.
Onde a Hipcom ERP entra
A Hipcom ERP atua exatamente nessa transição:
Esclarecendo dúvidas relacionadas a classificação tributária.
Automatizando processos
E preparando a sua equipe para o novo sistema tributário
Não é só sobre entender a reforma.
É sobre conseguir executar.
Conclusão
A reforma tributária não começa em 2027.
Ela começa agora — na forma como você organiza sua operação hoje.
E quanto antes esse processo começa,
menor o impacto lá na frente.
Nota importante: Embora o Hipcom ERP realize a classificação automatizada de aproximadamente 70% dos produtos, essa funcionalidade tem caráter de apoio operacional. A responsabilidade pela correta classificação fiscal é do cliente. Recomendamos, portanto, que todos os cadastros sejam revisados e validados junto à contabilidade e/ou empresa especializada em classificação fiscal de produtos.
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